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SÃO MIGUEL DO GUAMÁ

Donos de barracas terão que deixar BR 010

O local marcado é onde estão abrigados os barraqueiros
que serão retirados na BR 010
Os donos de barracas que estão há anos localizadas no canteiro às margens da BR 010 na altura do Posto Tabocas já foram notificados pela prefeitura para deixar o local em 10 dias. A notificação alerta os ocupantes que as máquinas da prefeitura irão demolir o canteiro “impreterivelmente no dia 30 de agosto”. O documento não informa o local para onde os pequenos comerciantes serão remanejados. Relatos dão conta que um antigo galpão localizado na antiga “piçarra”, às proximidades do Banco Bradesco, abrigará os barraqueiros.

Em uma recente reunião promovida pela prefeitura para discutir sobre a retirada das 68 barracas fixas da BR ficou decidido da mudança para que o município promova a revitalização da BR que corta a cidade, antigo anseio da comunidade que estava cansada de ver barracos em madeiras enfeando o centro da cidade.

Com a proximidade do encerramento do prazo dado pela prefeitura e a não definição de um local para trabalhar, os pequenos comerciantes prometem cobrar do poder público uma ação visando não causar choque social para suas famílias.

 (Blog Pautando Notícias)

COPA DO MUNDO

Fifa encolhe os estádios da Copa em 10%

Pouco mais de 10% das cadeiras existentes nos 12 estádios que receberão os jogos da Copa do Mundo de 2014 não serão utilizados pela Fifa durante a competição.

A entidade os chama de "seat kills" (assentos mortos), que não são comercializados por razões operacionais. A principal delas é bloquear lugares que não dão visibilidade total ao campo.

Algumas cadeiras, por exemplo, são usadas na construção de plataformas adicionais para câmeras de televisão. Outras não são vendidas por questões de segurança, principalmente as próximas às saídas de emergência. No total, são 69.717 assentos bloqueados nas 12 arenas escolhidas para o torneio, ou 10,4% do existente.

O número de cadeiras "mortas" varia de estádio para estádio. O Itaquerão, em São Paulo, palco da abertura do Mundial, dia 12 de junho, em um jogo do Brasil contra uma seleção não definida, tem 67.349 assentos. Mas a Fifa só irá utilizar 59.955 por partida --seis jogos serão disputados na arena paulista.

O restante é considerado "assento morto" ou reserva de contingência, lugares que a entidade tem para acomodar pessoas que tiverem problemas com suas cadeiras.
Só nas primeiras 24 horas de solicitação de ingressos para a Copa, que começou na terça-feira, 372 mil pedidos foram feitos para o jogo de abertura em São Paulo.

Para os 64 jogos, a Fifa disponibiliza 3,3 milhões de ingressos (assentos disponíveis), mas somente um terço --cerca de 1,1 milhão-- é vendido ao público pelo site www.fifa.com/ingressos). Os dois terços restantes são separados para patrocinadores da entidade (que pagam por eles), confederações, imprensa, camarotes e outros.

UMA A UMA
Não utilizar a capacidade máxima dos estádios é usual em competições da Fifa. Na Copa das Confederações, realizada em junho, também houve o bloqueio de cadeiras.

Após a competição, a entidade avaliou que alguns dos assentos usados nos seis estádios não deram a visibilidade ideal ao torcedor --tanto que outros 640 lugares foram bloqueados para a Copa.

Os assentos mortos da seis arenas que estão em obras ainda podem aumentar ou diminuir em relação ao número elaborado agora pela Fifa.

Isso acontece porque os estádios precisam estar prontos para que as cadeiras sejam contadas e avaliadas uma a uma. Esse é um dos motivos de a Fifa exigir que as arenas sejam entregues seis meses antes do torneio.
(folha.com)

PÓS PROTESTOS

'Voz das ruas' leva Dilma a buscar pacote com Estados

Na busca de atender a "voz das ruas" e reduzir o desgaste provocado pelas manifestações na imagem do governo e do país, a presidente Dilma reúne hoje governadores e prefeitos de capitais para tentar fechar um pacote de medidas nas áreas da saúde, educação, mobilidade urbana e transparência pública.

Além das medidas, o governo também passou a avaliar a possibilidade de fazer uma reforma ministerial durante o recesso do Congresso, no mês de julho.

Segundo a Folha apurou, a ordem da presidente à sua equipe é fechar medidas concretas já na reunião de hoje e nos próximos dias. A avaliação do Planalto é que, se os agentes públicos ficarem só no discurso, as manifestações vão continuar país afora.

A pressa do Palácio do Planalto está relacionada ainda a pesquisas reservadas feitas por partidos aliados que já registram novas quedas na aprovação do governo Dilma Rousseff. O último levantamento do Datafolha mostrou recuo de oito pontos na popularidade da presidente.
O governo vai anunciar aos governadores e prefeitos a criação de mais 2.000 vagas para médicos residentes e um plano de construção de hospitais e compra de equipamentos hospitalares no país. As novas vagas para residência terão anúncio oficial amanhã. O Ministério da Saúde também vai lançar o programa Mais Médicos Brasil, para trazer profissionais formados no exterior.

Na reunião, Dilma também reforçará a intenção de tirar do papel as obras do Plano Nacional de Mobilidade Urbana, que deveriam estar a todo vapor para a Copa do Mundo, mas não decolaram.

Defenderá ainda a criação de um Plano Nacional de Governo Transparente, ampliando o alcance da Lei de Acesso à Informação.
Pedirá também o apoio de governadores e prefeitos para aprovação de projeto no Congresso que destina todos os royalties do petróleo do pré-sal para a educação.

O governo vai discutir o tema da segurança na reunião. Quer definir um plano de combate à violência no país e acertar com os participantes formas de coibir as arruaças.

reforma
A presidente tem sido aconselhada pelo ex-presidente Lula a fazer mudanças em seu governo, buscando reforçar a credibilidade na área econômica e retomar a interlocução com empresariado, lideranças políticas e de movimentos sociais.
Segundo petistas, a conversa de Lula com Dilma foi na linha de que "nós precisamos reagir, caso contrário corremos o risco de perder a eleição no próximo ano".

Assessores presidenciais reconhecem este como o pior momento da chefe, mas dizem que é preciso ter sangue frio, abrir um canal de diálogo com os líderes das manifestações e confiar que a economia, nos próximos meses, começará a registrar números positivos.
Dilma passou todo o domingo reunida com sua equipe para preparar a reunião de hoje. Na saúde, por exemplo, sua avaliação é que o governo precisa não só aumentar o número de médicos no país com a liberação da entrada de profissionais estrangeiros, mas também estimular a abertura de novas vagas para os brasileiros.


Além disso, diz que os manifestantes querem também mais hospitais e unidades hospitalares bem equipadas, o que será um dos temas centrais do encontro de hoje, que acontecerá à tarde no Palácio do Planalto.

POLÊMICA ENTRE RONALDO E ROMÁRIO

Romário responde Ronaldo, diz fazer seu papel e cobra ingressos à deficientes

A polêmica entre os ex-atacantes da Seleção está longe do fim

Rio de Janeiro, 23 jun (EFE).- Um dia depois de ser acusado por Ronaldo de querer se promover com críticas à Copa do Mundo, Romário divulgou carta aberta ao ex-companheiro neste domingo, garantindo que faz seu papel de deputado federal, cobrando ainda ingressos prometidos aos portadores de deficiência para o Mundial.

"Uma coisa que você não deve saber, é que uma das funções de deputado é fiscalizar, além da CBF, entidades como a que você faz parte, o Comitê Organizador Local (COL). E ninguém pode dizer que não tenho feito isso", argumenta o Baixinho.

O campeão mundial em 1994, em seguida, lista ações que já realizou, definidas por Ronaldo ontem, em entrevista, como "apontar o dedo": "São incontáveis os relatórios divulgados por mim sobre o excesso de gastos. Visitei todas as cidades-sedes para fiscalizar obras de mobilidade, aeroportos, estádios e acessibilidade".

Romário ainda lembrou a Ronaldo que como deputado federal pode apenas fiscalizar, mas que a "canetada final", como ele próprio definiu, cabe ao poder Executivo. Entre as ações que ele afirma estar tomando está a proposição para que seja instalada uma Comissão Parlamentar de Inquérito, para investigar as ações da Fifa no país.

"Como você (Ronaldo) também deve saber, estou tentando instalar um CPI da CBF na Câmara, para que possamos por fim aos desmandos daquela instituição e resgatar a verdadeira função do futebol, que é fortalecer este esporte tão amado por mim, por você e por milhões de brasileiros", escreveu o ex-atacante.
"O primeiro impacto negativo que tive foi a Lei Geral da Copa, que dava poderes excessivos à Fifa. Trabalhei junto com outros deputados para tornar aquele texto mais favorável ao Brasil. Sugeri que a Fifa deixasse no Brasil 10% do seu lucro, de R$ 4 bilhões, para investimento no futebol de base e outros esportes praticados por pessoas com deficiência. Entre outros projetos que você, certamente, pode conferir posteriormente" completou Romário.

O deputado federal pelo PSB fluminense aproveitou ainda para cobrar uma antiga concessão que seria feita a seu pedido. "Nós da Frente Parlamentar em Defesa da Pessoa com Deficiência ainda esperamos os 32 mil ingressos para a Copa do Mundo prometidos publicamente por você, em nome do COL, para as pessoas com deficiência de baixa renda".

Ontem, em entrevista coletiva, foi pedido que Ronaldo comentasse a atuação do ex-companheiro de seleção brasileira. O membro do Comitê Organizador Local, apesar de tentar se esquivar, acabou atacando o deputado federal.

"Não tenho absolutamente nada para falar do Romário. Eu vejo, não só o Romário, vejo muita gente se aproveitando para ganhar uma medalhinha. Vivemos um momento de reflexão. Precisamos de soluções para melhorar o Brasil e não só ficar apontando o dedo para fulano e sicrano, sendo que o Brasil precisa de mudanças. Gostaria de mudar, mas não tenho cargo público e político, ele tem", cutucou.

A resposta do ex-atacante de Vasco, Flamengo, Fluminense foi enfática: "Se tem alguém se aproveitando dessa situação de indignação popular, certamente, não sou eu. Desde 2011, quando assumi meu mandato, tenho me informado sobre tudo que acontece no Brasil na área de esporte para contribuir com minha experiência".
"Para finalizar, parceiro, não é só governo que contribui com o bem da população de seu país, empresários e cidadãos bem intencionados também compartilham desta inestimável generosidade", afirmou Romário.

(EFE)

DIRETO DO ESTADÃO

Risco Brasil sobe 25% em um mês e é o maior em um ano

Índice que mede a desconfiança dos investidores com o País voltou à casa dos 200 pontos-base

LONDRES - O aumento da desconfiança internacional com o Brasil começa a aparecer nos números. Diante do desconforto com a economia nacional, que culminou na recente piora da perspectiva da avaliação brasileira, o risco país passou a crescer rapidamente nas últimas semanas. Levantamento feito pelo Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, mostra que o índice que mede a desconfiança internacional com o Brasil voltou à casa dos 200 pontos-base e está no maior patamar desde junho de 2012.

Calculado pelo banco JP Morgan, o índice Embi+ mostra a diferença de rentabilidade entre os papéis da dívida de um país na comparação com os Estados Unidos. Quanto pior a desconfiança dos investidores com um emissor, maior será o juro exigido para emprestar e, por isso, mais elevado será o risco país.

No caso brasileiro, o indicador está em clara tendência de alta. Passou de 173 pontos-base em 30 de abril para 202 em 31 de maio, 210 em 6 de junho (data do anúncio da mudança de perspectiva pela Standard & Poor’s) e 218 na sexta-feira. Esse é o maior patamar desde 28 de junho de 2012, quando o índice fechou o dia aos 219 pontos.

Apenas na quinta-feira, o risco Brasil subiu 2,4%. No acumulado da semana passada, a alta é de 8% e a subida alcança 25% no acumulado de 30 dias. Em pouco mais de seis meses de 2013, a alta atinge 47%.
O movimento de piora do risco país não é exclusividade brasileira. Outros emergentes têm movimento idêntico. No acumulado de 30 dias até a quinta-feira, o risco subiu 45% para a Colômbia, 35% para o Peru, 31% para a África do Sul, 26% para o México e 19% para a Rússia.
Economistas dizem que a principal razão para esse movimento é global e está relacionado à perspectiva de mudança da política monetária dos EUA. Após anos de dinheiro fácil e juros baixíssimos, a abundância de dinheiro ao redor do planeta fez com que as taxas caíssem nos principais mercados internacionais - isso ajudou na tendência de queda do risco país pelo planeta nos últimos anos.

Dinheiro barato. Com a recuperação da economia americana, a oferta de dinheiro barato tende a diminuir, o que já parece influenciar a oferta de financiamento aos emergentes. Nas últimas semanas, foi observada migração de recursos que estavam alocados em vários países em direção aos EUA. Nesse movimento, a venda de papéis em mercados como os emergentes reduz o preço de papéis desses mercados e, consequentemente, aumenta o juro pago nessa dívida. Por outro lado, a busca pelos EUA aumenta o preço de ativos naquele mercado e, no caso da renda fixa, reduz o juro. Ou seja, a diferença entre a rentabilidade paga pelos EUA e os demais países cresceu na esteira da migração de capitais.


"Para muitos participantes do mercado, a principal vítima de uma reversão da liquidez global serão os mercados emergentes", dizem os analistas do Morgan Stanley Research. Quem também observa o mesmo fenômeno é o economista do Deutsche Bank, Jim Reid. "No mercado de dívida, os CDS (seguro contra calote) de países asiáticos estão subindo com o enfraquecimento dos bônus e a continuidade da busca por moeda forte", diz, ao comentar que os EUA têm sido o destino preferencial desses recursos.

SAÍDA DE GUGU DA RECORD

Em entrevista exclusiva, Gugu fala pela 1ª vez sobre Record e seu futuro

Gugu Liberato, pela primeira vez, fala da saída da Record e do seu atual momento, inclusive sobre a perspectiva de uma volta para muito breve. Com pouco mais de 30 anos de carreira na televisão, Gugu está fora do ar e assim pretende ficar por alguns dias.

Em uma rápida entrevista, ele conta que não guarda mágoas da Record, que faria tudo de novo e o pretende fazer no próximo domingo, quando, após muitos anos, terá o dia livre.

Flávio Ricco - Como você analisa a sua saída da Record? Houve uma surpresa ou foi algo que já se negociava há algum tempo?
Gugu Liberato: Ambos concordamos que diante do momento que o país atravessa, não se justificaria manter um programa com custo não compatível com a realidade. Estudamos há alguns meses algumas alternativas e até mesmo aguardamos uma melhora da economia, o que infelizmente não ocorreu.

Em termos profissionais, como hoje você avalia o seu tempo de trabalho na Record? Houve algum benefício importante para a sua carreira?
Vivi intensamente estes últimos quatro anos profissionais. Tornei-me famoso em alguns países, como Portugal , por exemplo, onde estive em maio representando a Record Internacional.

Ficou alguma mágoa?
De forma nenhuma, muito pelo contrário. Entrei pela porta da frente e igualmente saí por ela.
Agora, analisando tudo, você faria alguma coisa diferente?
Não. Faria tudo da mesma forma.

Desde o instante que a sua saída foi anunciada não se ouviu outra coisa a não ser sobre possível retorno ao SBT. Já existe alguma coisa? Você foi procurado por alguém? Falou com Silvio Santos?
Só posso dizer que fui procurado por uma emissora para conversar, mas como já viajei, ficou para minha volta.
Voltar à  televisão e sair dos domingos são hipóteses que você pode vir a cogitar?

A TV passa por uma transição por conta das outras mídias e também devido à penetração do cabo. Os artistas também devem se adequar às necessidades, se desejarem continuar na TV.

Domingo que vem, depois de muito tempo, você estará fora do ar. Já sabe o que vai fazer?
Depois de muitos anos, vou almoçar com a minha família.

(UOL)

17 Festa Regional Nazarense


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